DE NOVO...Problema sem solução na Praça da Lagoinha

Por Publicado em:07/01/2022 | Atualizado em:29/11/-0001 149

O assunto não é novo, o problema também não. A solução... parece que já foi encontrada, mas não teve sequência. Todas as noites, madrugadas e até nas primeiras horas da manhã, uma horda de arruaceiros e dependentes químicos se acomoda nas portas de lojas da Rua Dr. José Gonçalves, nas proximidades da Praça da Lagoinha e na própria praça. Ali usam drogas, bebem, fazem de tudo, inclusive sexo, e, principalmente, brigam. É quase impossível não acontecer uma confusão naquele local durante as noites e madrugadas. E a FOLHA já registrou o fato inúmeras vezes. Mais recentemente, a PM resolveu atender às solicitações e mandou para o local uma viatura que fez plantão naquela praça. Bastou isso para que os pedintes e arruaceiros que inundam o local tomassem um rumo e deixassem a vizinhança em paz.

Mas bastou que os militares não ficasse mais por ali para que todos eles e até outros voltassem para o local e continuassem na promoção da bagunça.
E na madrugada/manhã de sexta-feira, 7, mais uma vez a bagunça extrapolou os limites. Dois brigões se engalfinhavam até mesmo quando a viatura da PM chegou ao local, “isso depois de uma hora e dez minutos após a última das muitas ligações feitas”, disse um reclamante que acompanhou a bagunça a distância. E, antes disso, um elemento, com aparência de quem tinha usado drogas entrou no bar do Sandoval, que funciona no local, sem camisa e agressivo. Bateu em uma vitrine, quebrando-a.
Em um vídeo, gravado momentos antes, o proprietário do estabelecimento reclamava que a polícia já havia sido acionada, há cerca de uma hora, porém ainda não havia comparecido para registrar o fato e, quem sabe, localizar e prender o arruaceiro. Os problemas continuam, toda noite e madrugada. Dezenas de arruaceiros reunidos em torno de bebidas e outras drogas, fazendo o que querem, para desespero da vizinhança e, especialmente, do proprietário de um dos mais tradicionais bares da cidade e que é ponto de referência para os itaunenses, por funcionar 24 horas.

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