Discussão Espetada - Quase teve troca de tapas na Câmara

Por Publicado em:30/07/2021 | Atualizado em:29/11/-0001 154
Os vereadores Gustavo e Kaio estão fazendo oposição a qualquer custo sem se preocupar em pesar o que favorece ou não a cidade Os vereadores Gustavo e Kaio estão fazendo oposição a qualquer custo sem se preocupar em pesar o que favorece ou não a cidade

Gustavo Dornas e Kaio Guimarães se desentendem por causa de votação de projeto de municipalização das escolas

A Câmara tinha reunião extraordinária marcada para a tarde da quinta-feira, 29, porém, antes de iniciar e depois de encerrado o encontro, a discussão entre os vereadores Kaio Guimarães e Gustavo Dornas assustou a quem acompanhou o entrevero. Segundo informações de pessoas que assistiram à contenda, “só faltaram os tapas, para se transformar em briga real”. A pauta do encontro seria a votação da proposta de municipalização das escolas estaduais, que tem gerado polêmicas nas últimas semanas.
A reportagem foi informada da “briga” dos edis e buscou informação sobre o ocorrido junto à direção do Legislativo e a pessoas que acompanharam o problema. Conforme o apurado, o projeto de municipalização seria colocado em votação, porém o vereador Gustavo Dornas pretendia fazer emendas para “melhorá-lo”. Em conversa com o presidente da Mesa, ele acertou que pediria vistas para fazer as emendas. Kaio, ao saber da intenção do colega, não gostou e passou a discutir com ele sobre o tema. E os ânimos se exaltaram, quando os dois bateram boca aos gritos.
Em um dado momento, Kaio afirmou ao presidente da Mesa Diretora que Gustavo “não fala pela oposição”. Em seguida, os dois vereadores foram para a Mesa da Câmara e afirmaram que acompanhariam a reunião naquele local, um sentado na cadeira do vice-presidente e o outro na do secretário. O presidente da Mesa, então, disse que eles não poderiam ficar ali, pois não seriam o vice nem o secretário da Mesa. Com a necessidade de deixar o espaço da Mesa, Kaio Guimarães disse que “sou vereador, na Câmara, não é sentado...” e passou a acompanhar a reunião com o aparelho de celular nas mãos, filmando cada gesto e fala do presidente. Assim ficou enquanto durou o encontro. A reunião foi encerrada e o projeto não foi votado, ante à confusão que o desentendimento dos edis provocou.

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