MAIS UM HOMICÍDIO - Assassinato no Irmãos Auler pode ter ligação com outros casos

Por Publicado em:07/02/2020 | Atualizado em:07/02/2020 248

No final da noite da terça-feira, 4, outro assassinato foi cometido em Itaúna, desta feita no Bairro Irmãos Auler, próximo à “pinguela” existente no local. A polícia compareceu à Rua Marechal Castelo Branco, por volta das 23 horas, quando encontrou um homem de 30 anos, conhecido como “Goiano”, caído ao solo, já sem vida, após ser atingido por oito tiros.

Nos primeiros levantamentos dos policiais que estiveram no local não foi possível saber quantas pessoas efetuaram os disparos e como fugiram. Na região as informações eram de que foram ouvidos muitos disparos e quando as primeiras pessoas chegaram ao local o homem já estava caído ao chão.

A Polícia Civil assumiu a investigação do caso e pelos primeiros levantamentos trabalha com a hipótese de queima de arquivo, já que o crime pode estar ligado a outro ocorrido na região, no início do ano. A relação entre as vítimas e também dos suspeitos estão sendo investigadas, e um outro homem pode estar correndo riscos por ser considerado um “arquivo vivo”, pois ele teria informações que podem incriminar pessoas envolvidas nos dois casos, aponta a Civil.

Delegado afirma que região do Morada Nova “está pacificada”

O delegado titular de Itaúna, Jorge Mello, falando sobre os dois casos ocorridos no início desta semana, com mortes de duas pessoas, no Alto do Rosário e no Irmãos Auler, disse que o trabalho das polícias Civil e Militar está intenso e já surtiu efeitos em outra região. “No caso envolvendo o que foi chamado de disputa de gangues, na região do Morada Nova, Novo Horizonte e Santa Edwiges, temos um bom resultado. Ali a situação está pacificada. Prendemos algumas pessoas já, elucidamos os casos e encaminhamos os casos à Justiça”.

Concluindo, o delegado disse que tem sido realizado um bom trabalho em parceria com a PM, combatendo o tráfico a partir do usuário.

“A polícia está sempre presente, inibindo o uso de drogas, que alimenta o tráfico e no final é a causa os crimes maiores. É preciso conscientizar que sem o uso não há tráfico e sem o tráfico os crimes ligados a ele deixam de existir”, concluiu.

Última modificação em Sexta, 07 Fevereiro 2020 16:47

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