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HOSPITAL - Usuários reclamam de atendimento no PS

Por Publicado em:18/10/2019 | Atualizado em:29/11/-0001 437

Negativa em alguns procedimentos e de fornecimento de atestados médicos tem prejudicado a população

Várias têm sido as reclamações quanto ao atendimento dispensado aos usuários dos serviços do pronto-socorro do Hospital Manoel Gonçalves. O problema repercutiu, inclusive, na Câmara Municipal, durante a reunião de terça-feira, dia 15, gerando ação da Comissão de Saúde, que pretende analisar o caso. A falta de alguns atendimentos e a negativa de fornecimento de atestado médico são os principais problemas apontados pelos reclamantes. 

Os atestados médicos não estão sendo fornecidos nos atendimentos e quem precisa do atendimento no pronto-socorro necessita, posteriormente, conseguir os atestados nos PSFs, o que nem sempre é possível, gerando problemas aos usuários e sobrecarga nas unidades de saúde do município. Outra questão é a negativa em aplicação de penicilina no PS, o que gera muitos problemas visto que lá seria o local mais indicado para este procedimento, pois nas unidades de saúde, como postos de saúde e PSFs, não existe estrutura capaz de oferecer atendimento médico em caso de complicações que podem ocorrer com a aplicação do medicamento. 

Também têm ocorrido reclamações sobre o atendimento médico que não é considerado de urgência (pulseirinhas verdes ou azuis), com os pacientes sendo devolvidos para atendimento nos postos de saúde e PSFs. O problema é que este procedimento ocorre nos finais de semana, feriados e após as 17 horas, quando as unidades de saúde do município não estão funcionando e os pacientes são obrigados a conviver com a doença até que possam ser atendidos nas unidades de saúde, o que pode demorar até mesmo uma semana, já que a maioria dos atendimentos nos postos de saúde é agendada. 

Conforme as reclamações, as determinações são da direção do Hospital. Na Câmara os comentários foram de que a Prefeitura paga R$ 1,3 milhão ao mês e que possivelmente o contrato com o Hospital pode não estar sendo cumprido, motivo pelo qual foi acionada a Comissão de Saúde do Legislativo para apurar os casos e cobrar melhora no atendimento do pronto-socorro.

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