Banner - Jadapax

Zema e Bolsonaro assumem pregando austeridade

Por Publicado em:05/01/2019 | Atualizado em:29/11/-0001 156

Novo governador estuda possibilidade de pagar o 13º ainda em 2019

Nos discursos de posses tanto o novo governador de Minas quanto o presidente da República foram claros em suas propostas para governar o Estado e o País: austeridade será a palavra principal a ser empregada. Zema reduziu as secretarias, assim como Bolsonaro os ministérios, mas as principais metas dos empossados, conforme disseram em seus discursos, será buscar o enxugamento da máquina pública e a eficiência dos serviços.

Romeu Zema disse que “é nosso compromisso fazer esta mudança de valor para Minas voltar a se viabilizar. Contamos com o Legislativo, o Judiciário, o Ministério Público, a imprensa, os servidores públicos, federações e entidades representativas de classes e da sociedade mineira para estar ao nosso lado, ao lado dos mineiros, em um grande pacto, para que tenhamos de volta o nosso orgulho de ser mineiro”, afirmou, convocando o cidadão a participar pela reconstrução do Estado que lhe foi entregue afundado em dívidas e com um déficit imenso.

Bolsonaro, por sua vez, além das afirmativas de que vai atuar com austeridade em relação aos gastos públicos, anunciou que seu governo vai fazer “um pente fino” nos atos do governo Temer, nos últimos trinta dias. O fato foi reforçado pela fala do ministro-chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni, que apontou “movimentação incomum” (de exonerações e verbas) nas últimas semanas do governo de Michel Temer.

Essas informações se somaram ao clima de esperança de boa parte da população e repercutiram na movimentação do mercado financeiro, que bateu recordes no primeiro dia de movimento do ano. O clima é de otimismo.

Compartilhe esta notícia