A VOZ DO POVO - Água muito suja

Por Publicado em:15/06/2022 | Atualizado em:29/11/-0001 55

Várias reclamações têm chegado à redação, sobre água tratada que já chega suja às torneiras dos consumidores itaunenses. Uma das reclamações, inclusive postada em redes sociais, mostra baldes sendo cheios com água da cor marrom saindo das torneiras. No centro da cidade são várias as reclamações sobre este problema, inclusive de comerciantes. No último domingo o SAAE anunciou a paralisação no fornecimento no decorrer do dia para que fosse feita a lavagem do reservatório geral. A expectativa dos consumidores é de que a água, a partir de agora, deixe de chegar suja às torneiras. E apontam que o problema tem se agravado nos últimos meses, talvez devido à sujeira no reservatório, ou mesmo algum outro problema que ainda não tenha sido detectado. Afirmam, por fim, que vão aguardar por alguns dias para que o problema seja sanado, senão voltarão à carga com as reclamações.

Horário problemático para mães trabalhadoras

Mães que trabalham e dependem das creches dos municípios para deixar suas crianças têm enfrentado um grande problema em relação ao horário de funcionamento das creches do município. É que as creches atendem até as 16h30 e a grande maioria das mães trabalha até as 18 horas. Assim, a saída é:  deixam de trabalhar e não mais precisam das creches (e passam apertos e até fome) ou têm que contratar alguém para cuidar de suas crianças a partir das 16h30 até o horário que chegam em casa, o que é o caso de uma reclamante à FOLHA. E alega que esse problema existe há muito tempo. Mas, na sexta-feira, 10, a situação foi ainda mais grave: as creches fecharam às 11 horas, para que as professoras e os funcionários pudessem atuar na organização do Arraial das Creches, realizado na Praça da Matriz. Assim, “as mães que se virem”, como disse uma outra reclamante. “E para uma festa...”, completou. Pedem que os horários das creches sejam estendidos de forma a atender às mães que trabalham até às 18 horas e que as festividades sejam organizadas de forma que as famílias das crianças não sejam prejudicadas. Com a palavra os responsáveis.

Cães abandonados

Além da covardia de quem os abandona, ainda existe o problema de que, soltos nas ruas, esses cães passam a ser alvo de doenças que podem ser transmitidas aos seres humanos. Esse problema se soma ao fato de que alguns deles são bravos e atacam as pessoas. Também existe o problema de as pessoas que ficam com pena destes animais e passam a alimentá-los, porém de maneira prejudicial ao restante da comunidade, na medida em que deixam restos de comida e ração nos cantos e em vasilhas, atraindo insetos e animais peçonhentos, além das inúmeras vasilhas com água, que são colocadas e se tornam focos do mosquito da Dengue, já que não são periodicamente lavadas e limpas. Por esses e outros motivos, o abandono dos cães se torna um problema público e exige ação mais presente do poder público, que quase sempre deixa o problema para ser resolvido pela entidade beneficente do setor, que não tem recursos suficientes para atender a todos os problemas. Pedem os reclamantes que algum agente público, seja ele o prefeito, um dos secretários ou dentre os muitos gerentes de setores e chefes de serviços, ou mesmo vereadores, que possam implantar uma política pública que possa atuar no amparo dos animais abandonados e na punição de quem os abandona. Com a palavra as autoridades municipais.

Aposentados maltratados na fila do Bradesco

É o que afirmaram várias pessoas à reportagem, no início da semana, quando a fila para atendimento na agência do Banco Bradesco em Itaúna estava “quilométrica”, como disse um dos reclamantes. Segundo aposentados que recebem seus salários naquela agência, “todo mês é a mesma coisa”. E explicam que o banco disponibiliza poucos caixas (na segunda só tinha um) para atender a todos, aposentados, clientes do banco e empresas. E, para piorar a situação, os clientes do banco e as empresas têm prioridade no atendimento. Com isso os aposentados são relegados a “segundo plano”, ou a “décimo plano”, como disse uma senhora. Questionam que, se o banco não tem interesse em atender os aposentados, “por que mantém o convênio com o INSS para que as aposentadorias sejam creditadas naquela instituição?”. Pedem que o jornal publique a reclamação para que ela tenha repercussão e chegue até à chefia de setores do Bradesco, no sentido de que aquela instituição bancária trate melhor os aposentados e seus clientes em Itaúna. Pedem ainda que as autoridades (no caso, vereadores por exemplo) assumam a tarefa de cobrar do Bradesco um melhor tratamento ao povo itaunense. Fica o registro.

Desrespeito no trânsito pelos ônibus da Viasul

A cena é comum nas ruas de Itaúna, porém na tarde da segunda-feira, 13, ela se revestiu de risco já que fez com que o trânsito fosse parado e provocou fila até a linha férrea, na passagem sobre a Rua Silva Jardim. O fato é que um ônibus da Viasul parou para embarcar passageiros no ponto localizado naquela via, pouco depois da linha férrea. E mesmo com espaço para que encostasse e deixasse espaço para os demais veículos seguirem, o motorista do referido veículo parou no meio da rua, o que causou interdição pelo tempo suficiente de se formar uma fila de veículos que chegou até próximo da pracinha próxima ao Grande Hotel. Desrespeito que pode causar um acidente grave. Imaginem se passasse uma composição férrea no momento, já que o veículo que parou sobre a linha não tinha como retornar! Apesar de também ter uma parcela de culpa, pois poderia ter parado um pouco antes, o ato do motorista do ônibus, lá na frente, causou a interdição e o risco. Com a palavra os responsáveis pela empresa e os motoristas que precisam aprender regras de trânsito defensivo. Fica aí uma dica para as autoridades do setor, que podem elaborar uma campanha e um alerta aos motoristas, conforme disse o reclamante à reportagem.

Capina ineficiente

Quando vai começar o trabalho de capina nas ruas de Itaúna? É a pergunta a ser feita, ante as várias reclamações que chegam à reportagem. Conforme os reclamantes, no período das chuvas, estas servem como desculpa. Agora, com a seca, sem a desculpa do “tempo”, o mato continua crescendo para todo lado, como apontam os reclamantes. Pedem que um trabalho mais bem elaborado seja realizado, pois diversas ruas estão sendo asfaltadas, mesmo com os meios-fios cheios de mato, que permanece após o asfaltamento, demonstrando pouco zelo da administração com a limpeza urbana, conforme alegam os cidadãos. Fica o registro e o pedido para que seja elaborado um trabalho bem planejado e bem executado, em relação à capina do mato que invade as vias da cidade.

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