Hospital explica “caso das larvas”
Denúncia circulou nas redes sociais nesta semana

No início da semana alguns órgãos de imprensa de Itaúna publicaram denúncia de parentes de uma paciente que teria “sofrido AVC e infarto”, tendo sido intubada e, dentro do Hospital Manoel Gonçalves, o atendimento feito a ela teria sido negligente. A denúncia ganhou espaço em alguns veículos da mídia e inúmeras situações foram levantadas em torno do caso.
Ontem, sexta-feira, dia 25, em contato com a direção do Hospital, a reportagem da FOLHA foi informada que o relatório médico esclarece o seguinte, tendo sido encaminhado às autoridades: “No caso da moça com as larvas na boca, foi assinado ofício enviado ao MP e o médico informa que o prazo para eclosão das larvas é de 24 a 72 horas. Informa ainda que em auditoria no prontuário da paciente não foi encontrado nenhuma negligência da equipe do Hospital”. Ainda foi complementado pela direção do Hospital que muito provavelmente a paciente já entrou no hospital com os ovos depositados pelos mosquitos e que eles eclodiram depois da paciente já internada.
Também foi repassada a informação de que a paciente não sofreu AVC ou infarto, e sim que teve uma série de paradas cardiorrespiratórias (cerca de três ocorrências), e que ela foi tratada e está em recuperação, internada, e foi encaminhada ao CTI do Hospital assim que surgiu vaga, e que está ainda interna. Neste momento, conforme a direção do Hospital, o mais importante é a saúde da paciente, e que a equipe médica está atenta e atuando para a sua recuperação.